Postado por: Cindy Santos em: Crítica, Resenha, Tell Me You Love Me
Tell Me You Love Me: Enterteinment Weekly faz resenha sobre o álbum

Demi Lovato é uma lutadora. Literalmente. Se você a segue no Instagram, sabe que ela manda muito bem em artes marciais. Mas ela também é uma amante. Essa é a ideia principal do seu sexto álbum, inspirado em R&B, Tell Me You Love Me. A de 25 anos nunca foi tímida para dar voz às suas opiniões, seja pela música ou pela mídia. Mas enquanto o Confident, de 2015, foi um crescente e sonoro álbum, que estabilizou Demi como uma vocalista poderosa, a balada pesada Tell Me You Love Me sofre alguns artifícios vocais excessivos.

As melhores partes do álbum estão na primeira metade e mostram o gingado de Lovato, especialmente na faixa título com traços gospel. É fácil imaginá-la cantando alto “You ain’t nobody til you got somebody!” na igreja – ou pelo menos em uma pausa para um lanche animada. Tell Me You Love Me também mostra o sentimento enérgico e confiante de Lovato vocalizando seus impulsos. Em “Ruin The Friendship”, ela está preparada para seguir mais adiante com um amigo: “Your body’s lookin good tonight/ I’m thinking we should cross the line.”

Porém, a imensa voz de Lovato às vezes é um prejuízo para um álbum que se esforça para ser um afrodisíaco. Tell Me You Love Me quer ser algo que você toca durante uma sessão de Netflix no frio, mas os vocais de Lovato frequentemente beiram ao exagero. Ninguém quer interromper um encontro pedindo para abaixar a música. Diversas dessas músicas, como “Concentrate”, parecem mais adequadas para a companheira da Disney, Selena Gomez, do que para Lovato. Se ela não quer conter seus gritos, talvez da próxima vez ela devesse encontrar um som mais adequado para eles.

Tradução e Adaptação: Equipe Demi Brasil

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